Espaço aberto



 Copa do Mundo

Alemanha 2006

Se tem uma coisa que me alegra desde criança até hoje, é campeonato disputado entre países, principalmente Copa do Mundo. Eu ficava vislumbrado com todas aquelas cores de bandeiras de países que se envolviam em disputas, adorava desde aquela época ver tabelas, analisar gráficos, saldos, números, jogos. Sabia desde pequeno a bandeira de incontáveis países, continentes em que eles ficavam e não raro suas capitais.

E até hoje eu fico mais muleque nas copas do mundo, principalmente. Refaço tabelas, analiso possibilidades, brinco, imagino. Adoro ver as camisetas, as bandeiras, os nomes. Pra mim, esta é uma festa que me faz voltar à minha infância.

Ah, já estava me esquecendo. Eu faço prova da PUC hoje e amanhã. Me desejem sorte. Obrigado. . .



Escrito por Antero Filho às 10h02
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Dias de Tédio

Capítulo sessenta e cinco: Na iminência da explosão

 

         A fumaça saia da arma que Pedro segurava. Ele havia acabado de dar quatro tiros e para isso ele precisou de muita coragem. Com certeza essas quatro balas mudaram para sempre o destino do mundo.

         Uma das balas pegou no ombro direito de Olton, enquanto as outras três foram para a sala principal e atingiram os painéis de controle. Os cientistas, que estavam trabalhando no teste da arma, gelaram a hora que perceberam o que estava acontecendo e a partir daí a situação se inverteu.

         O sistema anuncia em inglês: “Atenção problemas elétricos. Atenção problemas elétricos. Preparar aborto da operação.”

Olton, com o seu ombro ferido, ao ouvir esse anúncio, virou-se para trás e caminhou para a sala dos cientistas, ignorando por completo a francesa e o garoto. Os cientistas estavam desesperados. Com os três tiros na sala, quase tudo foi perdido. Eles tentavam arrumar uma maneira de salvar toda a operação, mas os comandos de controle não respondiam.

         Miriam olhou para o garoto. Ela não entendeu o que ele disse, mas com certeza aquilo foi responsável para fazer o garoto tomar aquela decisão. Ele parecia concentrado e nervoso demais, como se tivesse feito a coisa mais difícil em toda a sua vida. Como ele não havia conseguido matar o norte-americano, ela achou que ele tentaria atirar mais uma vez, contudo ela se surpreendeu.

         Pedro largou a arma e correu direto para onde estava seu pai. David acordou e levou um susto ao ver o seu filho num lugar como aquele. Tentou se levantar rapidamente, mas não conseguiu, pois estava muito ferido. Ele escorregou e tombou de novo ao chão. Pedro pegou o braço de seu pai e começou a ajudá-lo a se levantar. Enquanto isso, Gabriela já estava quase de pé e Bruno permanecia no chão.

         “Atenção. Dar a senha de comando para o aborto da operação em um minuto” – anunciava o sistema repetidas vezes, mudando somente o tempo restante. Todos os cientistas pediam para Olton a senha para abortar a operação, pois ele era o único que sabia, contudo ele não forneceu, para desespero de todos os presentes.

         — Ninguém vai abortar esse teste! – gritava ele em inglês. – Nós vamos levá-lo até o fim!

        Gabriela foi, do jeito que estava, até Bruno para acordá-lo, deu um chute em suas pernas e conseguiu o que queria. O agente abriu os olhos novamente e viu Gabriela, com dificuldades para respirar, em pé do seu lado. Assim sendo, ele também tentou se colocar de pé.

Escrito por Antero Filho às 09h56
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          A situação deles era deplorável. Tanto Bruno quanto David estavam sangrando em muitos lugares, principalmente na face, além de possuírem muitos hematomas. Gabriela levara apenas um soco no estomago, mas aquilo foi suficiente para fazê-la perder o ar. Ela buscava desesperadamente o oxigênio.

         “Aborto cancelado. Aborto cancelado. Procedimentos para a continuação do teste estão sendo tomados”. Nessa hora, os cientistas já não sabiam mais o que fazer. Era verdade que a operação não se perdera totalmente e ainda havia possibilidades de sucesso, porém era perigoso. Sendo assim, eles tentaram continuar o processo, contudo acontecem aquilo que eles temiam: Houve uma sobrecarga no controlador da arma, que parou de funcionar. Toda a energia destinada a isto foi jogada para a própria arma de photons, colocando sua potência no máximo e deixando-a sem controle.

         O alarme soava mais alto e com mais desespero. Os cientistas corriam de um lado para o outro da sala, vendo os dados se perderem todos e tudo poder acabar em uma explosão. Olton está suando de nervoso, além de morrer de dor por causa da bala que levou no ombro, apesar disso, ele queria prosseguir com o teste a todo custo. Estava determinado a fazer sua arma de dominação mundial funcionar.

         Mas parece que não tem como evitar. O fluxo de energia continua indo para a arma, que está completamente fora de controle. O alarme soa, cientistas correr de um lado para outro. Parece que nada vai impedir a explosão iminente. Nada pode segurar aquela coisa!

         E. . . repentinamente, tudo fica no mais absoluto silencio. Os brasileiros e a francesa olham curiosamente para a sala principal. A explosão não acontecera. Um dos cientistas conseguira tirar a sobrecarga do sistema de controle da arma e prendeu a sua ativação. O alarme parou de soar.

         — Eu só consegui parar o poder da máquina temporariamente. – disse ele em inglês. – Por apenas quarenta minutos. Sinto muito, senhor, mas a arma será ativada depois desse tempo e explodirá tudo ao redor.

         Todos olharam para o cientista. Aquela revelação era algo que eles não esperavam. Se a arma explodisse tudo ali dentro, isso significaria que ela se auto-destruiria. Miriam olhou para o seu relógio. Olton olhou para aquele que parou a explosão e perguntou:

         — Não há jeito de retirar manualmente a arma de lá?

         — É arriscado. Normalmente se demora por volta de trinta a quarenta minutos um cientista que treinou. Recomendo deixar imediatamente a base.

         Depois disso, todos os cientistas que estavam na sala se retiraram rapidamente, com a intuição de salvar suas vidas, inclusive aquele que acabara de falar. Contudo, Olton gritou, chamando-os de volta:

         — Eu não vou perder esta arma, entenderam? Comecem agora a desmontar todo o equipamento. Se eu morrer aqui e vocês se salvarem, o que vocês acham que acontecerá com vocês?Não conseguirão mais emprego em lugar nenhum.

         Alguns cientistas voltaram, contudo outros saíram correndo. Toda a equipe, inclusive Olton, começou a se dirigir para o elevador que levava ao subsolo-3.

         Gabriela olhou para os norte-americanos que se encaminhavam para o elevador. Ainda com a mão na barriga, ela procurava uma arma no chão que ainda estivesse carregada, contudo ela tinha dificuldade e ficou extremamente nervosa ao ver que Olton escapava.

         — Droga! O que nós fazemos?

         — Vamos embora daqui. –respondeu Miriam.

         Eles tinham trinta e cinco minutos para fugir. Isso não seria tão fácil, visto que o único que estava em condições de prosseguir sem nenhum problema era Pedro. Todos os outros estavam feridos e incapazes de correr. A marcha seria lenta e agonizante.

         Gabriela ajudou, como podia, Bruno a se levantar. Ele olhou para trás, lamentando deixar todo aquele poder para trás. Pedro tentava carregar o seu pai com Miriam junto. Assim, os cinco começaram a andar o mais rápido que conseguiam para sair daquela base.

         Estavam no subsolo-1, e o elevador, para funcionar, requeria o cartão e a digital do guarda em questão. Eles acabavam de encontrar o primeiro obstáculo.

         Enquanto isso, Olton e os cientistas acabavam de chegar no subsolo-3, o lugar onde estava a arma. O norte-americano que insistia nela, ficava encantado toda vez que olhava para aquilo. Ela era de cor metálica, com duas partes ligadas a um imenso canhão. As quatro pedras estava colocadas, cada uma em seu lugar, e assim poderia se regular a potência do tiro que ela daria, usando o poder de uma pedra, de duas, três ou de todas. E era o poder desta que estava para ser liberado, se isso acontecesse, tudo que estava num alcance de quarenta quilômetros simplesmente desapareceria. E era para impedir isto de acontecer que aquele grupo de cientistas estava ali. Sem hesitar nem mais um segundo, eles começaram a desmontar.

Escrito por Antero Filho às 09h55
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Los três mosqueteros do churrasco de ontem. A versão 2005 foi mais pacífica do que a do ano interior (e mais barata), tirando as partidas de futebol neh. . haha. . e os rojões dos corinthianos e dos palmeirenses. . .  acontece. Vlew galera, o churras foi demais. Bom, esses dias estão sendo estranhos pra mim. Não estou de férias, não estou em aulas. Não sei o que vai acontecer daqui pra frente, é tudo muito incerto. O jeito então é deixar rolar e ver no que dá.  .. só Deus sabe. . 



Escrito por Antero Filho às 14h20
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