Espaço aberto



Aí galera, como prometido coloquei a enquete no site. . para quem não sabe ainda, ela fica do lado direito do site, nessa faixa cinza escura aí (>>>) descendo mais um pouco, embaixo do contador. Pra votar é fácil, é só escolher uma opção e clicar em "votar". É apenas uma enquete para sua diversão, nada de sério.

Para aqueles que anseiam pelo mapa (e para aquele que não anseiam também) eu já fiz o mapa em preto e branco no papel sullfite. Agora é só passar para o computador e colorir. Se eu não conseguir colorir no Pc, vai a mão mesmo, só que aí vai ser foda de entender. . .

Anyway. . . chega de conversas. Aproveitem o capítulo de hoje. E lembrem-se, só votem na enquete DEPOIS de lerem a novela. . .

Até mais



Escrito por Antero Filho às 23h33
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No capítulo anterior. . .

Após ganharem sua primeira recompensa, os dois aproveitam a "rica" vida. Jantaram aquilo que tiveram vontade. Naquela noite, Romeo não conseguia dormir; os pensamentos do seu desconhecido passado voltavam a sua mente. No dia seguinte, foram a loja comprar roupas, contudo a que Sophia queria era cara demais e ela acabou saindo da loja desanimada, depois que Romeo comprou um colete. Quando estavam saindo, encontraram um homem misterioso, que dizia saber informações sobre o Rinoceronte Branco.

 

Músicas do capítulo:

Voodoo People - Prodigy (meio para o final do capítulo)

 

 

J.&.R - Quando a lua se põe

Capítulo seis: A mansão do Rinoceronte Branco

 

— Quem é você? – perguntou Romeo

— O importante não é quem eu sou, mas sim o que eu tenho pra falar. – respondeu o homem.

— E por que você estaria nos ajudando?

— Eu tenho interesse na captura dele, mas não posso fazer isso sozinho. – respondeu o homem, apenas um pouco mais baixo que Romeo. O seu capuz cobria quase todo rosto, mostrando, porém, a sua boca.

— E o que você tem a dizer?

— O Rinoceronte Branco possui várias casas por todo o país, com guardas em todas elas. Só que a segurança maior é sempre no lugar onde ele está. Eu não sei onde ele está agora, só sei que ele não está nesta cidade. Então, invadam a casa dele e achem alguma pista sobre este canalha. Ele mora no final do morro, na rua Luz de Barros, a maior mansão da rua. Aproveite que às nove horas da noite é a troca de turno dos seus seguranças, é a melhor hora.

Romeo e Sophia ficaram olhando desconfiados para o homem. Estavam tão absortos na conversa, que se esqueceram da loja de roupas. O estranho continuou falando:

— Eu não estou interessado na recompensa dele. Só estou passando as informações porque quero ver este cara na cadeia. – disse ele, virando-se e indo embora.

— Tire o capuz! – mandou Romeo. – Se você não tem nada a esconder, tire o capuz!

O homem parou, mas não obedeceu ao rapaz. Depois de poucos segundos começou a andar para longe novamente. Romeo sacou sua arma e apontou para o estranho:

— Tire o capuz!

Um movimento rápido. Algo atingiu a mão direita de Romeo, vindo do próprio homem, que o fez largar sua arma. Desprovido de uma de suas pistolas, ele pegou a outra com a mão esquerda, mas o homem já havia acabado de desaparecer.

Romeo estranhou, mas pegou de volta a sua arma caída e guardou junto com a outra. Sophia estava com o coração acelerado, tomara um susto. Ela não conseguiu ver direito o que aquele homem tinha feito, só sabia que havia sido rápido demais.

— E então? – perguntou Sophia, depois de respirar um pouco – O que faremos?

— Bom. Eu não sei.



Escrito por Antero Filho às 23h17
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Os dois ainda não haviam entendido o que havia acontecido. Estavam tentando colocar suas idéias no lugar. Ainda pensando no que poderiam fazer, os dois decidiram voltar para o galpão e continuaram seu caminho.

Ficaram pensando naquilo o caminho inteiro até finalmente chegarem “em casa”. Será que não era uma armadilha? Por que ele teria tanto interesse na captura do Rinoceronte? Se ele estava dizendo a verdade, porque não mostrara o rosto? Aquilo tudo ainda estava muito esquisito.

— Bonito colete. – falou Sophia, um pouco desanimada.

— Hã? Ah! Você gostou?

— Ah, gostei. – disse ela, fingindo um sorriso.

Romeo percebeu que ela estava perturbada, mas não disse nada. Sabia que era por causa dos vestidos, além da vergonha que ela havia passado na loja, claro. No fundo, ele sabia que havia sido preponderância da menina querer ir a uma loja de roupas caras só porque ganharam mil reais, mas não deixava de sentir uma pontada de pena.

 

. . .

A noite chegou e com ela a decisão de Romeo. Já eram 7:30 quando ele decidiu finalmente que iria atrás da tal mansão do Rinoceronte. Enquanto ele estava sentado em uma das caixas do lugar, limpando uma das pistolas, Sophia se aproximou de seu companheiro.

— Fique aqui. – disse Romeo a Sophia – Bem segura. Eu vou atrás da informação.

— E porque você vai sozinho? Eu quero ir com você.

— Vai ser perigoso, Sophia. Haverá guardas, pessoas que eu não sei do que são capazes. . .

Sophia se jogou nos braços de Romeo, sem deixar que ele terminasse a frase, abraçou-o fortemente e disse, com voz de choro.

— E se você não voltar?

Naquela hora, o rapaz havia entendido de verdade qual era o medo dela. O maior medo dela era a solidão.

— Pode ficar tranqüila. – disse ele, abraçando a garota mais forte. – Eu prometo que volto. Eu prometo.

Uma lágrima caiu nas costas dele. A partir daquele momento, Romeo gravou que nunca na sua vida ele poderia abandonar Sophia.

— Eu preciso ir. – disse por fim.

Ela afrouxou o seu abraço e deixou que ele partisse. Romeo guardou sua arma, andou até a porta e disse:

— Até mais.

E com um sorriso no rosto, deixou o galpão.

Saiu correndo. Depois de alguns segundos, descobriu que não sabia onde ficava a rua que o homem estranho havia falado. Resolveu parar para descobrir. Chegou perto de uma mulher na rua e perguntou. Ela lhe indicou o caminho, e assim ele saiu correndo.

Era impressionante. Como ele corria e sentia o seu corpo se movimentar, mas não sentia cansaço, não sentia falta de ar. Simplesmente ele conseguia se mover rapidamente e facilmente.

Parou. Olhou para cima, na placa, e leu: “Rua Luz de Barros”.

Olhou em volta para analisar. A rua era cheia de mansões e ela terminava no pé de um morro. Segundo o estranho, a mansão que ele procurava era a maior. O rapaz então começou a andar na direção do morro, vagarosamente, ficando atento a cada movimento. Não teve problemas em chegar até e tal moradia.



Escrito por Antero Filho às 23h11
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Novamente ele parou. Ficou apenas observando a enorme mansão do Rinoceronte Branco e como era de se esperar, ela era inteiramente branca, em seus diversos tons de branco. Uma construção enorme, com pilares, adornos, tetos surpreendentes. Era um estilo de edificação que lembrava as construções gregas, mas Romeo não conseguiu perceber este ultimo detalhe.

O rapaz ficou quieto e observou. Havia dois guardas no portão de entrada. As luzes da mansão estavam apagadas, tudo estava escuro. Romeo sentiu então algo por dentro que ele não podia explicar. Era um sentimento igual ao que ele teve quando foi atrás dos irmãos rato, algo que fazia ele querer agir, que fazia o sangue dele ferver. Ele queria ação!

Saiu rapidamente da vista dos guardas, chegou perto do muro, que tinha por volta de três metros, e começou a escala-lo. Num piscar de olhos o rapaz já se encontrava no topo do muro, saltou, caiu entre as folhagens do jardim da mansão. O jardim era enorme, com várias árvores, plantas rasteiras, ramos e rinocerontes feitos de plantas. A escuridão tornava difícil a visualização do local, mas mesmo assim Romeo seguiu em frente.

Uma luz forte no seu olho.

— Hey! Parado aí! – a voz do que parecia ser um dos guardas.

Romeo não pensou, sacou sua pistola esquerda e atirou para o lugar de onde vinha a luz. Um grito de dor e o som de um corpo desabando no chão. A lanterna caiu no chão e começou a iluminar o corpo inerte do guarda no chão.

Guardou a pistola no lugar e continuou a correr sorrateiramente pelo jardim, procurando uma brecha para entrar na mansão e procurar informações. Pelo jeito do lugar, aquilo parecia mesmo ser a mansão do Rinoceronte Branco, ou seja, o estranho não estava mentindo afinal de contas.

Várias lanternas repentinas vindas de vários lugares. Parece que o barulho do tiro que Romeo disparou havia alertado aos demais guardas de que havia um invasor. Disparos contra o rapaz começaram a ser realizados e de repente ele se viu cercado de inimigos. Tinha que agir rápido.

Jogou-se no chão e atirou contra uma das luzes, atingindo um dos oponentes. Exatamente por causa das lanternas, Romeo tinha a vantagem de saber onde estavam seus inimigos, enquanto estes caçavam no escuro. Contudo, eles ainda eram muitos e as chances dele sair inteiro eram poucas.

Ele rolou no chão e continuou disparando contra as luzes que vinham na sua direção. Agora, os seguranças sabiam onde estava o invasor e começaram a se proteger dos disparos inimigos, atrás de paredes, estátuas e plantas em forma de rinoceronte.

O rapaz então se levantou e saiu correndo para o outro lado, fugindo de toda a tropa. Vendo que a caça estava escapando, os guardas deixaram seus postos e correram atrás. Eram por volta de sete homens contra o fugitivo.

De repente, algo que ninguém esperava aconteceu. A luz de um dos quartos dentro da mansão se acendeu. Todos se assustaram e viraram suas atenções para o quarto iluminado. Não deveria haver ninguém dentro da casa. Isso só podia significar uma coisa: Havia um outro invasor.

Vendo que a atenção de seus inimigos havia sido alterada dele para a janela do quarto do segundo andar, Romeo aproveitou e deu a volta em uma parte da mansão. Despistando temporariamente seus caçadores, ele pensou em um modo de entrar. Se alguém já havia invadido, então ele também conseguiria.

A agitação na mansão ganhou proporções maiores. Todas as luzes exteriores foram ligadas, acionou-se o alarme amarelo dentro da casa, todos os protetores da residência estavam em movimento e acabavam de abrir a porta da frente da mansão.

Romeo escalou uma das paredes e subiu em uma sacada segundos antes de um guarda poder vê-lo. O alvoroço ali era grande e ele tentava passar desapercebido, mesmo sabendo no fundo que isso era impossível. Correu por todas as sacadas do segundo andar até finalmente alcançar o quarto que estava com as luzes acesas. Dependendo de quem fosse o invasor, poderia até propor uma aliança para capturar o Rinoceronte Branco.

Chegou na varanda do quarto invadido, abriu a porta de vidro e encontrou o tal invasor. Ao ver quem era, Romeo não conseguiu acreditar.

— VOCÊ?!



Escrito por Antero Filho às 23h10
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Eu estava pensando comigo esses dias, e tava sentindo falta de alguma coisa nesse blog. Até que eu finalmente lembrei das enquetes. Sim, faz tempo que não as faço. . . . eu acho que vou colocar no próximo capítulo aqui. Vocês ainda lembram dela? haha. .pois eh. Bom, eu acho que vou ficar por aqui

Calma. Eu estou providenciando o mapa. Mas, quem me conhece sabe que minhas habilidades com as mãos são terríveis, então rezem bastante para eu estar inspirado. hahah. Vou indo galera, bjo pra quem fica

 



Escrito por Antero Filho às 23h36
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