Espaço aberto



Bom, Ontem fui no show. . . bem legal até, fui com o Allan, o Kskta e o meu irmão. . . curtimos a beça (o kskta curtiu muitão o show, eu curti o show até, mas com essa companhia, quem não curte, haha) só dava eu daçando nada a ver no show . . hahahaha. .

Quanto a direção, já foram marcar o exame prático. Se tudo der certo, será no dia 19 de maio. Se tudo continuar dando certo, já to dirigindo no dia 20, hahahaha. . . é isso aí galera, torçam por mim. . . vou ficando por aqui.

Maratona de trabalhos e provas acabando. Graças a Deus. Terei tempo de terminar a fotonovela e o mapa pra vocês

Ateh mais. . .



Escrito por Antero Filho às 11h00
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No capítulo anterior. . .

Romeo e Klaus foram levados para um casebre onde conheceram Bill Bull, chefe do grupo mercenário "Missionários". Assim, receberam um convite de participar do grupo, sendo oferecidos pagamentos e até moradia. Recebendo um dia para decidir, Klaus e Romeo deixam o lugar, e quando este chega ao galpão, encontra-se com Sophia e com uma misteriosa mulher loira.

Sem músicas neste capítulo



Escrito por Antero Filho às 01h02
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J.&.R - Quando a lua se põe

Capítulo nove: O aparecimento de Julieta

 

— Depois que a gente sair daqui, nós vamos morar juntos, não é? – uma voz de menina

— Claro. – respondeu uma voz de garoto. – Foi o que combinamos.

A imagem dos dois era confusa, havia somente o contorno de ambos.

— Daí – continuou a menina. – Nós vamos poder casar e ter filhos. Eu quero um menino que tenha os seus olhos.

O menino sorriu.

— Eu te amo. – disse ele

Ela sorriu

— Eu também te amo.

Um pequeno silêncio.

— Então me promete que vamos ser felizes para sempre? – disse ela.

— Prometo.

Os dois riram, alegres.

De repente a escuridão toma conta, nada se ouve ou se vê. Tudo se apaga.

 

 

 

Romeo acordou as nove da manhã do dia seguinte. A luz do sol que passava pela janela quebrada do galpão atingia os seus olhos. Quando estava começando a ver, observou uma mesinha com leite, dois pães, presunto e queijo.

Lembrou-se. A menina loira que aparecera do nada no galpão da noite anterior. Pelo visto, ela o conhecia e ele perguntou algumas coisas a ela, mas ela fez questão que ele descansasse e prometeu que conversaria com ele no dia seguinte. Percebendo que precisava mesmo dormir, ele nem hesitou.

Ele se sentou e ia procurar a menina quando ela apareceu repentinamente.

— Bom dia dorminhoco. Como passou a noite?

— Bem, muito bem. Eu. . .

Ela o agarrou e encostou a cabeça no ombro dele.

— Que saudade. Você sumiu aquele dia, eu fiquei tão preocupada.

— Me desculpe. – disse Romeo. – Mas, eu, perdi a memória. Eu não me lembro de você.

A menina o soltou de imediato, olhou nos seus olhos como se quisesse acreditar no que acabava de ouvir.



Escrito por Antero Filho às 01h00
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— Romeo? – reconheceu ela, entrando em uma mistura de desespero, tristeza e confusão. – Romeozinho? Sou eu, a Julietinha. Você não lembra de mim? Quer dizer, isso explica você não ter me procurado. Talvez – ela parou, engoliu um pouco o choro. – eu fiquei com medo de você ter fugido de mim. Fiquei preocupada, muito. Mas. . . Romeo. . . Faz uma força, tente se lembrar.

O rapaz encarou a moça, olhou seus olhos, seu nariz, sua boca. Nada. Absolutamente nada nela era reconhecível ou era algo que despertasse alguma memória de antes de Novos Ventos. Ele fez uma cara de decepção e disse a ela:

— Desculpa. Eu não lembro mesmo.

— Você não se lembra? Você prometeu que seria feliz para sempre comigo.

Romeo sentiu uma pontada. Como se fosse uma agulhada no âmago de seu subconsciente que despertasse para algo que estava gravado. Apenas uma rápida sensação, nada mais.

— Olha, me perdoa. Eu não me lembro, mas fico feliz de achar alguém que saiba quem eu sou. Isso significa muito para mim. Eu quero saber, da onde eu vim, quem eram meus pais, o que eu era, qual era minha relação com você, eu quero saber tudo.

A moça parou um pouco, olhou para os pães e o leite deixados de lado pelo rapaz.

— Você não vai comer?

— Ah, claro. – disse Romeo, lembrando-se de que havia um belo café da manhã esperando por ele.

— Então, eu sou a Julieta. – começou a moça loira. – Você nasceu aqui, em Cidade Doeste. Nós estudamos juntos durante toda a nossa infância. Sempre fomos meio que amigos, e começamos a namorar há três anos. Nós sempre falamos em morar juntos e em ter filhos. Até que você começou a trabalhar como policial que cuidava da zona sul da cidade, e um dia você falou que ia para uma missão e desapareceu. Eu fiquei procurando que nem uma louca por você, todo esse tempo, até que consegui te encontrar aqui.

Romeo estava mastigando o seu pão com presunto. Quando engoliu, voltou a falar:

— Eu amava você?

— Como?

— Estou perguntando se eu amava você, se eu te dava carinho, se eu me preocupava com você.

— Se você me amava? Eu esperava que sim, não é. Você sempre cuidou de mim, sempre me deu atenção e carinho. Digo, não quero que se force a fazer isso agora, você perdeu sua memória, eu não vou fazer nada. Mas tente pelo menos lembrar dos nossos tempos. Eram tão bons.

Romeo olhou para ela enquanto ela o abraçou forte. Ele colocou seus braços em volta dela, tentando devolver o carinho. Ela o soltou, o encarou e perguntou:

— Querido, você sabe onde tem banheiro?

Romeo indicou o lugar onde eles faziam suas necessidades ali no galpão. Julieta se levantou e seguiu para o lugar apontado. Assim que ela não olhava mais, Romeo procurou com os olhos pela Sophia, que se encontrava na janela, do outro lado do galpão, observando o lado de fora. O rapaz chegou perto dela, vendo que a menina não parecia tão animada.

— E então, como foi ontem? Conseguiu alguma pista sobre o Rinoceronte Branco? – perguntou ela

— Não, mas eu acabei sendo capturado. Fui convidado para fazer parte de um grupo de mercenários, que oferecia pagamentos pelas missões e lugar para dormir e ficar.

Sophia virou seu olhar preocupada para Romeo. Como se estivesse esperando uma notícia ruim.

— E você? – perguntou ela



Escrito por Antero Filho às 00h59
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— Eu disse que aceitaria se pudesse levar você comigo.

Sophia deu um grito e abraçou fortemente o rapaz de longos cabelos, que começou a acaricia-la.

— Então quer dizer que você. . .

— Sim, vou aceitar. E para isso, eu tenho que estar lá no lugar onde os encontrei até a meia noite, por isso, vou levar você.

— Ótimo. – disse Sophia. – Mas, não conte para Julieta.

— Por quê?

— Por quê? Bom. . . É. . . Você só falou de mim para eles e. . . Ela vai querer ir junto. . . Eles podem ficar ofendidos se você leva-la.

— É, tem razão. – disse Romeo por fim.

Passou-se um tempo, e de onde Romeo havia indicado voltava Julieta, chegando perto de Romeo e lhe dando um abraço forte, de lado.

— Eu adorei você, Sophia.  – disse ela, e depois se virando para Romeo, que continuava sem saber o que fazer. – Ela me recebeu aqui para que eu pudesse encontrar você. Ela é um amor.

Sophia não teve uma expressão muito saudável no seu rosto, virou-se, encarou a janela, depois voltou-se para a loira e deu um sorriso:

— Magina, eu faço isso para qualquer um.

A loira retribuiu o sorriso. O clima ficou como estava, até que ela saiu da companhia de Romeo, chegou perto do café que havia preparado para ele.

— Você não vai mais comer, querido?

— Hã. . . Não, obrigado. Eu não quero mais.

— Quer Sophia.

— Eu? Magina. Obrigada.

Julieta então começou a arrumar o resto que havia deixado. Romeo então começou a olhar para ela. Era alguém que o reconhecera do passado, sabia quem ele era e poderia até contar algumas histórias que pudessem ter ocorrido com ambos. Poderiam dar risada e ele até saber o que foi a sua vida de verdade, e quem sabe, lembrar também do que tinha acontecido.

Ela era muito bonita. Tinha os cabelos cumpridos e loiros, uma altura de 1,70m mais ou menos. Olhos azuis, era até sensual. Possuía um olhar calmo, feliz e transmitia até uma certa sensação de paz. Tudo isso Romeo percebera enquanto falara com ela.

O rapaz olhou para Sophia, que encarava a moça com um olhar um pouco decepcionado. Talvez, por algum motivo, ela não tivesse gostado de ter recebido aquela mulher no seu galpão. Alguma coisa não a agradara e isso preocupava um pouco Romeo, que não sabia o que faria se por acaso elas acabassem se conflitando. Esperava nunca ter que escolher.

— Hey! – gritou Julieta. – Que tal irmos para o parque?

Romeo olhou para Sophia, que retribuiu o gesto. E por que não? Todos aceitaram e foram para o parque, passar a manhã e um pouco da tarde. Quem sabe não comer alguma coisa.

Enquanto isso, na prisão "Linha Vermelha", a principal da cidade e uma das mais seguras de todo o país, um prisioneiro estava sendo levado para uma das salas especiais do lugar.



Escrito por Antero Filho às 00h58
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