Estou aprontando mais coisas da novela. Na verdade, refinalizei o mapa, e vou, num futuro próximo, explicar para vocês como funciona todo o esquema do país de Silbra, o poder legislativo e executivo. É um esquema simples, sem qualquer complicação. Isso vai ser necessário para se entender os próximos capítulos. Prometo não fazer algo muito chato. . . Vai ser colorido e tudo. .
Bom, domingo eu estarei colocando o segundo resultado parcial do concurso, para delírio da galera, hahahah E fiquem ligados, ainda não é tarde. O concurso soh acaba em junho, tem mais de um mês ainda. Até mais galera. . .
Escrito por Antero Filho às 14h40
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Mais uma vez tem enquete nova pra vocês. Do lado Direito (>>>), na faixa cinza escuro. SÓ VEJAM DEPOIS DE LER O 10° CAPÍTULO.
No capítulo anterior. . .
Julieta, uma garota estranha, aparece no galpão. Ela diz conhecer Romeo e fica assustada ao descobrir que ele não se lembra de nada. Os dois passam a conversar um pouco sobre o passado dele e Romeo começa a criar esperanças, ao finalmente encontrar alguém que sabe sobre o seu passado. Contudo, Sophia, que parece não ter gostade de Julieta, o convence a não levá-la para Bill & Cia e eles tem que achar um jeito de ir sem ela para aquele lugar, aceitar o convite para entrar nos Missionários.
Músicas do capítulo:
Fingers Crossed - Millencolin OU Heard That Sound - Mxpx - até metade do capítulo
J.&.R - Quando a lua se põe
Capítulo dez: Decidido! Romeo e Sophia entram para os Missionários
Julieta, Romeo e Sophia estavam caminhando pelo parque da cidade, já se chegava no final da tarde. O rapaz e a loira davam risadas das coisas que ela contava para ele sobre o que os dois faziam, enquanto a pequena garota apenas andava olhando para as árvores. O olhar perdido de Sophia mostrava uma pequena paciência para toda aquela cena.
Escrito por Antero Filho às 11h11
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— Então você disse: - contava Julieta – “Quer saber, pega então essa malha vermelha e vai pra puta que te pariu!”
Os dois então desandaram a rir. Riam gostosamente. Romeo olhava para Julieta e começava a crer de verdade que esteve com ela no passado. A presença dela agradava-o e ela parecia sentir o mesmo. Os dois andavam abraçados e formavam um casal bonito de se ver. Ela então, enquanto paravam de rir, pegou a mão dele com delicadeza. A mão dela, frente a dele, ficava pequena, mas elas se encaixavam.
— Você lembra da nossa história, não é?
— Que história?
— De Romeu e Julieta. Nós fomos predestinados, Ro. Por um homem chamado William Shakspeare.
Romeo ficou quieto. Aquele momento pedia isso. Ela se virou para ele e disse, com os olhos vagos.
— Nosso destino foi escrito. Porque não aproveitamos ele agora?
E enquanto ela foi dizendo isso, seus rostos foram se aproximando devagar, os olhos foram se fechando, o mundo ficando quase que silencioso para os dois, até que os seus lábios estavam quase se tocando. . .
— HEY GENTE!
Os dois se viraram de susto. Sophia havia aparecido com três sorvetes de casquinha. Estava com um sorriso na boca.
— Desculpa, como eu não sabia de qual sorvete vocês gostavam, eu comprei os três de chocolate, que é o meu sabor favorito.
Romeo, na mais pura inocência, pegou o sorvete e agradeceu a pequena garota, enquanto Julieta fez uma cara de poucos amigos, mas aceitou o sorvete e agradeceu a Sophia.
Continuaram andando pelo parque. Enquanto o rapaz se lambuzava inteiro para conseguir tomar o sorvete, as outras duas se divertiam e riam dele.
— Isso aqui é realmente muito bom! – falou Romeo – Eu preciso tomar mais vezes.
— Cuidado para não exagerar, Ro. Isso tem muitas calorias e vai deixar você gordo.
Quando estavam voltando para o galpão, já estava quase escuro, e a preocupação de Romeo começou a aumentar. Como é que ele faria para ir com Sophia aceitar convite para os Missionários, sem levar Julieta consigo? Ele não conseguia pensar em nenhuma solução.
— Hey, Ro. – chamou Julieta, em um tom meigo – Eu estou cansada. Vem deitar comigo?
Sem questionar, o rapaz aceitou o convite da moça e foram se deitar. Sophia andava pelo galpão e parecia não se importar com nada do que estava acontecendo.
Escrito por Antero Filho às 11h05
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Romeo e Julieta se deitaram. Romeo tinha muitas coisas na cabeça. Pensava em Sophia também. Por algum motivo, ela não parecia se sentir confortável com a presença de Julieta, mas ele não conseguia saber qual era a razão. Torcia tanto para que as duas não entrassem em um conflito, porque ele gostava muito de ambas.
Ele olhou em volta e não viu a garota. Estava preocupado. Achava que podia dar um pouco mais de atenção a ela.
De qualquer maneira, ele tinha era que achar um meio de sair de lá sem que Julieta percebesse, mas não conseguia pensar em nada. Talvez arranjasse alguma desculpa, falando que ia a algum lugar com Sophia. Mas aonde ele poderia ir sem que causasse conflitos? Ele pensava, mas não conseguia chegar a conclusão nenhuma.
— Romeo. Levanta.Vamos.– chamou Sophia, na sua frente.
O rapaz estranhou aquela atitude da garota. A primeira coisa que ele fez foi olhar para Julieta, como se quisesse tomar cuidado para que ela não suspeitasse de nada, e quando fez isso, viu a pobre moça dormindo como um anjinho. Ele olhou de volta para a garota, que parecia séria, e foi se erguendo devagar, tomando cuidado para não despertar Julieta e conseguiu.
Ao pôr-se de pé, viu a moça dormindo como se nada pudesse perturbar o seu sono. Romeo olhou para Sophia novamente, estranhando a situação. Ela simplesmente o pegou pelo braço, puxou-o para começar a andar e disse:
— Enquanto você está pensando em colher o milho, eu já estou fazendo o bolo de fubá.
Os dois saíram do galpão e continuaram a andar pelas ruas da já escura cidade. Romeo voltou-se para Sophia e perguntou.
— O que você fez?
— Coloquei um bom sonífero no sorvete dela. Ela vai dormir, pelo menos, por oito horas. E pode explodir uma bomba no ouvido dela, que ela não vai acordar.
Naquela hora, Romeo ficou espantado. Por que ele não havia pensado nisso antes? De qualquer jeito, agora eles precisavam se concentrar em achar o lugar.
Achar o lugar? Achar o lugar. Romeo, onde é o lugar?
— Romeo. – virou Sophia. – Onde é o lugar?
O rapaz parou, ficou quieto. Olhou para as ruas da grande Cidade Doeste. Onde era o lugar?
— Ah não! – resmungou Sophia. - Não me diga que você esqueceu onde era.
Romeo esquecera. Havia voltado um pouco pensativo daquele lugar, quando fora. Tentou se lembrar das orientações de Aboré, para assim poder fazer o caminho contrário. Ah! Memória não era mesmo com ele.
Pára com isso, Romeo. Somente as memórias de antes de Novos Ventos é que eram perdidas, depois disso não.
Romeo puxou Sophia então para uma das ruas. Ele lembrava que aquela era uma das ruas pelas quais ele tinha voltado, mas o resto ele não iria conseguir lembrar.
Por mais ou menos meia hora, eles continuaram andando pela cidade, caminhando por ruas onde Romeo achava que teria passado. A preocupação dos dois aumentava cada vez mais, até que o rapaz finalmente teve uma idéia.
— E se nós fossemos para a rua da mansão do Rinoceronte Branco, talvez eu lembre o caminho de lá.
Começaram a caminhar então, por orientação de Sophia, para “Rua Luz de Barros” e, no meio da marcha para a rua, Romeo parou de repente e começou a encarar um lugar.
— O que foi? – perguntou Sophia
— É aqui.
Escrito por Antero Filho às 11h05
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A garota olhou para o lugar. Um casebre abandonado, caindo aos pedaços. Os dois resolveram entrar e Sophia já estava sentindo nojo do lugar. Assim que ingressaram no local, deram de cara com Bill sentado em sua cadeira, Aboré e Iara ao lado do chefe e Klaus encostado na parede.
— Estávamos esperando por vocês. – disse Bill
— Pensei que você ia desistir, Romeo. – falou Klaus.
Romeo não disse nada às pessoas dentro da casa, só apresentou todos para Sophia, e assim, Sophia a todos eles. Finalmente o sorriso veio à boca de Bill, que virou-se para a garota, com todo o seu olhar firme e seu jeito decidido de ser. Aquilo a assustou um pouco.
— Muito bem Sophia. Pelo que eu vejo, Romeo trouxe uma bela moça. Então eu acho que podemos resolver nosso pequeno problema aqui. Eu convidei o seu amigo para entrar no nosso grupo, mas ele disse que somente se juntaria a nós caso você pudesse entrar também. No meu caso, só deixo entrar para o meu grupo aquele que represente alguma utilidade, não quero parasitas aqui.
Fez-se um pouco de silêncio. Bill levantou-se da sua cadeira e, enquanto caminhava pelo lugar sujo e mal cuidado, continuou a dizer:
— Eu acho que você não deve ser muito habilidosa com armas, mas o seu amigo disse que você é uma pessoa muito inteligente e que lê bastante. É verdade?
Sophia, um pouco amedrontada, vendo que ele havia passado a palavra para ela, apenas fez um afirmativo com a cabeça.
— Contudo, isso não significa nada. – continuou Bill. – Como você deve saber, já que é uma pessoa conhecedora dos livros, Brás Cubas também leu muitos livros e nem assim fez algo útil de sua vida.
Romeo olhou estranhamente para o chefe, mas ele supôs que Sophia soubesse de quem ele estava falando.
— O que eu quero, garotinha. – disse Bill. – é que você nos ajude dentro do grupo. Ler bastante não é o suficiente, você vai ter que apresentar idéias, cuidar de planos, se interar das notícias da cidade, do país. Você, quando me ajudar, vai receber a sua parcela no pagamento. Mas se eu ver que você mora no nosso lugar sem prestar ajuda nenhuma, colocarei você para fora sem remorso. Entendeu?
Sophia fez simplesmente um sim com a cabeça.
— Além disso, eu acho que não preciso frisar que isto tudo o que está acontecendo aqui é secreto, e que ninguém mais tem a autorização de saber sobre nada. ABSOLUTAMENTE NADA! – Bill, se mostrava firme e certo no que dizia.
Por algum tempo, o silêncio voltou a pairar no lugar. O chefe dos Missionários então retornou a sua cadeira, olhou para Romeo, um pouco mais tranqüilo.
— Então Romeo, posso considerar vocês dois como nossos?
O rapaz confirmou com a cabeça e com o olhar.
— Certo. Só tenho que pedir uma semana até que se mudem para a nossa base, porque estamos ainda ajeitando o lugar, que só servia de depósito, para vocês dois. Quanto a isso estamos combinados. Por agora, o que eu quero mostrar, é o plano que tenho em mãos. A primeira missão de vocês.
Escrito por Antero Filho às 11h05
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Finalmente minha divida para com vocês está paga. Terminei o mapa e ele está postado no meu flog www.fotolog.com/anteroamf . . . .(até que enfim esse flog serviu pra algo). . . bom, por favor, se vocês não entenderem o mapa, perguntem, comentem, questionem. Eu sei que meu mapa não é feito por nenhum navegador, que eu utilizei meus conhecimentos básicos de geografia aprendida no cursinho (finalmente serviram pra algo) e que eu fiz todo o acabamento no paint. . . . não tenho programa melhor. . mas pelo menos serve para esclarecer a história. . e acreditem, o mapa vai ser importante sim, para deixar as coisas claras. . até mais galera. . não se esqueçam de perguntar. . . .
Escrito por Antero Filho às 14h31
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