Espaço aberto



Mi e Gabi invadindo!!!!!!!!!!!

literalmente uhauahauhauhauahauh!!!

té eu acho que isso devia contar como um master comentario e a gente ganhar o seu concurso.....

mais como a gente sabe que vc não vai gostar da idéia....tuuuudddooo beeemmm!!!

More não se sinta carente! eu e a gabi estamos sempre aqui...e nós não brigamos nem batemos em vc!!! (tá só quando vc merece...pq vc não é mais um bom garoto!)

lembre sempre que nós te amamos, e estamos aqui pra tudo!!!!

BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJOOOOOOOOOOOOOOSSSSSS duplos!!

pessoas continuem comentando pq dia 14 tá chegando e o resultado sairá em breve!!!

 

FFFOOOOMMMOOOOSSSSS



Escrito por Antero Filho às 16h41
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No capítulo anterior. . .

Finalmente eles receberam a primeira missão, depois de serem aceitos no grupo dos Missionários. Tal missão foi nada menos do que resgatar Diego Fran Montoro da prisão, um homem condenado por muitos crimes. Bill ofereceu 5.000 reais para Klaus e Romeo para esta primeira missão, e os dois aceitaram. No dia seguinte, Julieta, sem desconfiar de nada, prepara o café da manhã e, na conversa com Romeo, os dois acabam se beijando. Sophia presencia tudo. Desconcertado, o rapaz parte para comprarmais balas para a sua arma e quando volta, encontra Julieta enfurecida perguntando se ela deveria saber de algo. Será que Sophia contou para Julieta o que estava acontecendo?

 

Músicas do Capítulo:

Grabbag (Duke Nukem) - Lee Jackson

 

J.&.R - Quando a lua se põe

Capítulo doze: A missão em prática! Dentro da Linha Vermelha!

 

Cidade Doeste, Silbra. 20 de fevereiro de 1800 depois do ano cerimonial. 20h35min

Em frente à segunda pior prisão do país está um policial, vestindo seu uniforme, parado, contemplando o prédio. Ele tem cabelos cumpridos até os ombros, e seu olhar está distante. Muitos pensamentos passavam pela cabeça daquela pessoa naquele momento.

Naquela tarde, ele havia beijado Julieta e Sophia presenciou a cena. Não que a menina tivesse alguma coisa a ver com quem ele beija, ou deixa de beijar, mas aquilo provocou uma pontada no coração. Quando chegou da loja de armas, depois de comprar suas balas, Julieta veio perguntar a ele o que estava acontecendo, e o que aconteceu depois foi mais estranho.

— Romeo, existe algo que eu preciso saber?

Romeo ficou sem palavras. Quando estava prestes a dizer qualquer desculpa, balbuciar qualquer palavras, Julieta o interrompeu.

— Você virou policial e não me contou? Por quê?

O rapaz estranhou mais ainda, olhou para Sophia, que permaneceu indiferente. Ele voltou seu olhar para a moça loira e disse:

— Eu queria te fazer uma surpresa. Você disse que eu era policial no passado e eu quis voltar a ser. Mas eu tava esperando para falar pra você em uma surpresa.  – falou Romeo, não acreditando em cada palavra que dizia – Como você descobriu?

— Bobo, você deixou a farda em um lugar visível.

Romeo continuava a admirar a noite. Por um breve momento, ele havia achado que Sophia pudesse ter contado tudo. Duvidara dela e se sentia mal por isso. Era culpa sua ter deixado a farda em um lugar fácil de se ver, no entanto ele achou que a garota pudesse ter dedurado tudo sobre o grupo de mercenários.

Uma sombra de repente aparece ao lado dele. Ao olhar para o lado, Romeo vê Iara e fica impressionado. Até aquele exato momento, ele não havia reparado em como ela era bonita. Iara tinha 1,72m, coxas grossas, seios fartos, cintura fina. Os cabelos, lisos como eram de seus ancestrais indígenas, negros e cumpridos, chegando até o meio das costas. Seus olhos negros e levemente puxados, combinavam com sua pele amorenada. Iara era linda. Tinha uma beleza que chegava a assustar.



Escrito por Antero Filho às 00h23
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Ela estava usando um pequeno short, uma blusinha que acentuava o tamanho de seus peitos, mostrando o umbigo. Ela estava provocante.

Um minuto depois Klaus chega, vestido com seu uniforme. Ao olhar para Iara, ele teve a mesma sensação que Romeo, talvez não tivesse reparado ainda na beleza daquela moça.

— Eu vou entrar e enganar os guardas. Vocês entram depois.

Iara avançou decidida em direção a prisão. Klaus e Romeo ficaram esperando para ver o que acontecia. A mulher chegou para os dois guardas e começou a falar, enquanto os dois rapazes somente observavam. Iara iniciou uma história inventada sem muito nexo para os policiais sobre um irmão que estaria preso na cadeia.

Os guardas estavam muito mais interessados nos peitos que quase saltavam para fora do que na história dela, que se esforçava para contar. Foi isso que Bill queria dizer com “distrair” os guardas, pensaram os dois rapazes vestidos de policial.

Aproveitando a brecha que Iara estava arrumando para os dois, Klaus e Romeo correram para onde deveria estar a falha na entrada da prisão, que era um pouco afastada da entrada. Era um espaço bem pequeno, requisitando muito esforço para se poder passar por ele, mas ainda era possível. Com um enorme empenho e força, os dois rapazes conseguiram passar pela falha. Do outro lado do buraco, havia marcas de sangue. Romeo olhou para baixo e viu a linha vermelha, olhou para cima e viu aparelho que explodia. Algum prisioneiro deveria saber daquela falha e tentado fugir, mas fugir dali era impossível com aquilo preso no seu pescoço. Era por isso, talvez, que ninguém se preocupara em tapar aquele buraco.

Romeo e Klaus começaram então a andar por todo o pátio da prisão, observando Iara de longe e vendo o que ela fazia. Os dois olhavam algumas vezes em volta, a fim de ver se não havia nenhum policial desconfiado. Enrolaram um pouco, estavam ambos nervosos.

Iara entrou escoltada pelos dois guardas dentro do prédio, que saíram logo que deixaram a moça. Assim, Klaus e Romeo não conseguiam vê-los mais a não ser de uma janela que tinha para a parte da frente, que era onde ficava o carcereiro chefe. Então, enquanto os dois missionários estavam do lado de fora, observando por uma janela o que se passava dentro, sem ouvir uma palavra, Iara conversava com o homem que cuidava das chaves, falando com ele, ambos em pé e fazendo questão de mostrar seus dotes.

Ela olhou de relance e viu os dois na janela. Virou-se para o homem e disse:

— Então, se você pudesse libertar o meu irmãozinho, eu seria pra você muito boazinha.

— Boazinha é? – resmungou o carcereiro, olhando para baixo.

— É. – disse ela, abraçando o homem e retirando uma chave do bolso dele, sem que ele percebesse.

Nenhum dos dois sabia o que estava acontecendo e somente esperavam uma ação de sua companheira.

— Então vamos para a minha sala, que ficaremos mais à vontade. – disse o carcereiro por fim

Os dois então foram caminhando para o fundo da sala, onde havia uma porta para uma outra sala e Iara, ao passar pela mesa do homem, deixou a chave ali. A parte dela havia terminado.

Assim que os dois entraram na tal sala, Romeo e Klaus se adiantaram e pularam a janela. Andaram até a mesa e pegaram a chave.

— Uma chave? Eu esperava que fosse todo um molho de chaves. – falou Klaus.

— Como ela sabia que essa é a chave certa? – perguntou Romeo

— Talvez essa não seja a chave da cela do preso. – disse o rapaz pensativo. – Talvez essa seja uma chave que abra um armário para todas as outras chaves.



Escrito por Antero Filho às 00h22
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Klaus deveria ter razão. Sendo assim, os dois resolveram procurar o tal armário que teria todas as chaves do lugar. Não foi difícil de achar. Klaus então colocou a chave na fechadura do armário e destrancou. Ali, havia muitas outras chaves, com os números das celas. Rapidamente, o rapaz pegou a que indicava o número 00 e foram atrás do preso.

Abriram a porta que dava para um corredor cheio de celas. Mal começaram a andar pelo lugar, todos os presos começaram a gritar, fazer barulho, xingar, cuspir. Queriam de toda maneira agredir aos dois “policiais”. Romeo e Klaus passaram direito, foram andando e vendo apenas os números das celas. Ela estava por volta do número 400 e abaixando conforme os dois caminhavam.

Ambos os missionários se arriscaram a dar uma olhada para os presos enfurecidos. Todos eles, com aquelas coleiras pretas que brilhavam em luzes vermelhas, algo que parecia que se colocava em cachorros. O corredor mal iluminado ainda acentuava tais impressões deixadas pelas coleiras.

Os números iam abaixando, mas ainda estavam longe de chegarem no número 00. Contudo, conforme andavam, o barulho e a baixaria toda do local ia diminuindo, assim também como menos presos começaram a ocupar as mesmas celas. Eles estavam andando por lugares que abrigavam bandidos cada vez mais perigosos.

Continuaram caminhando, sem dizer uma palavra um ao outro, até que, quando o número começou a chegar próximo do 100, os dois encontraram uma porta, em cuja frente estava pregada uma placa mostrando “00-100”.

Romeo e Klaus se olharam, voltaram-se para a porta, tentaram abrir e não conseguiram. Precisavam de uma chave.

Com uma rápida conversa, os dois decidiram que Klaus voltaria para pegar. Ele correu, enfrentando toda a baixaria novamente dos presos. Com medo de que algum policial pudesse estar na sala naquela hora, a medida que ele foi chegando, foi diminuindo a sua velocidade, até que parou e olhou. Não havia ninguém no lugar. Melhor assim.

Enquanto Romeo esperava, Klaus abriu o mais veloz que conseguia, o armário para pegar a chave da porta, que continha a mesma indicação do que a placa pregada na porta. Ligeiramente ele trancou a porta e voltou para o corredor.

Cruzou novamente todo o lugar da maneira mais veloz que ele conseguia, até finalmente chegar ao seu companheiro.

Romeo tomou a chave e enfiou na fechadura. Abriu a porta e os dois passaram. Dali em diante, o corredor era mais bem iluminado, o espaço entre as celas era maior, as portas eram feitas de vidro reforçado, e não mais de grades, o lugar era mais aconchegante, dentro dos padrões de uma prisão, e o principal: havia somente um preso por cela.

Os dois continuaram o seu caminhar e desta vez não houve gritaria, ruídos ou qualquer coisa do gênero. As coleiras ainda se faziam presentes, mas os presos pareciam não se importar com a presença dos dois ali. Parece que o ambiente era de melhor nível.

Permaneceram no seu percurso, até que não demorou para chegarem à cela número 00 e quando chegaram, se surpreenderam. Havia um homem com uma jaqueta vermelha, uma camiseta preta e uma calça azul. Loiro, do cabelo grosso e para frente, seu olhar era velho, apesar dele aparentar um pouco mais de idade que os dois. Ele se mostrava um pouco desiludido, e a presença dos dois ali pareceu intrigá-lo.

— O que vocês querem? – ele perguntou.

— Diego Fran Montoro? – perguntou Klaus

— Sim senhor. – ele respondeu, sem entusiasmo.

— Poderia vir conosco? Nós queremos tirar o senhor daqui e levar para conhecer o nosso chefe. Ele quer fazer uma proposta a você.

Romeo olhou para seu colega, deixando claro que achou tudo aquilo estranho. O outro rapaz não sabia bem o que dizer e aquilo foi o que lhe veio a mente. Mas, acabando com qualquer noção de resposta que os dois esperavam, Diego apenas disse:

— E quem disse que eu quero sair daqui?



Escrito por Antero Filho às 00h21
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Muuuuuuuuuuito bem galera. . . faz tempo que eu não atualizo essa bagaça aqui. To vendo que na verdade, vocês não entenderam tão bem o esquema como eu achei que entenderiam. Quando eu estiver com mais paciência, eu explico tudo direitinho. E isso é importante sim para toda a trama que vai se seguir, acreditem. Resumindo, esforcem-se para entender.

Agora, eu estou com uma idéia de fazer um concurso parelo aqui no meu blog em relação a copa, mas por enquanto é só uma idéia, terei que pensar muito nisso para poder concluí-la. Anyway, vão aguardando aí.

Ainda em relação à copa, faremos aqui em casa um bolão da primeira fase. Você paga 10 reais, dá os placares para os jogos e quem fizer mais pontos leva tudo. Até mais galera, quem tiver interesse ou alguma idéia, comentem aí.



Escrito por Antero Filho às 10h04
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