Espaço aberto



Ae galera, finalmente chegaram as minhas provas finais da faculdade, que só acabam no dia 14/06, exatamente as 8:00 da noite. O primeiro semestre foi rapidinho, eu nem acredito. Então, agora, vou me concentrar para fazer o essencial, que é a novela, e pode ser que eu deixe de fazer posts a mais. Não sei ainda.

Domingo eu publicarei o último resultado parcial do concurso, porque ele já está acabando. Tem um pouco menos de meio mês para vocês comentarem aí. No dia 14 vai acabar o concurso, mas eu vou divulgar os resultado bem depois, depois que eu contar os comentários e eleger o mais criativo. Continuem comentando aí, não desistam. Vou inde, até mais.



Escrito por Antero Filho às 08h16
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No capítulo anterior. . .

Depois de todo o drama, Julieta acaba pensando que Romeo é um policial. Sophia não havia contado nada. Sendo assim, finalmente o plano é posto em prática. Com sua sensualidade, Iara abre o caminho para Klaus e Romeo resgatarem o prisioneiro e, após passarem alguma dificuldade com as chaves, encontram Diego. Contudo, na hora em que seria tirado da cela, ele disse que não queria ser salvo.



Escrito por Antero Filho às 00h39
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Músicas do capítulo:

Grabbag (Duke Nukem) - Lee Jackson

 

J.&.R - Quando a lua se põe

Capítulo treze: Saindo da Linha Vermelha

 

— E quem disse que eu quero sair daqui? – disse Diego, encarando os dois com seus olhos azuis.

Os dois missionários se encararam assustados. Essa com certeza não era a resposta que esperavam. O preso simplesmente não queria sair dali. Praticamente como instinto, Romeo perguntou o motivo.

— E o que isto interessa? – disse ele, virando-se de costas.

Esta última frase arrancou alguns risos dos outros presos. Klaus virou-se irritado para o preso e disse:

— Hey! Por que você não quer sair daqui? São as celas que são aconchegantes, você tem comida de graça, não precisa fazer nada? O que quer, nós podemos oferecer teto e comida. Saiba que você aí vai morrer enforcado. . .

— Eu sei qual é a minha sentença! – bradou Diego.

— HEY, OFERECE ISSO TUDO PRA MIM, EU ACEITO! – gritou um dos presos, até que todos foram para a sua porta de vidro para ver o que estava acontecendo. Vários começaram a fazer a mesma proposta, até que, irritado, Klaus mandou todos calarem a boca.

O barulho reduziu um pouco, mas não se findou. Romeo sentiu algo vindo de Diego. Ele não sabia explicar, mas no fundo sabia do que se tratava. Meio como que impulso, o rapaz perguntou:

— Você desistiu da sua vida, não é?

— Você não sabe nada da minha vida!

— Você é covarde. – disse Romeo. – Vai fugir assim desse mundo? Que ridículo.

— Quem é você para julgar a minha vida! – Diego falou, ainda que em um tom moderado, mostrando sua irritação ao levantar-se da sua cama e indo para a porta de vidro. – Eu decido o que quiser da minha vida.

— É? E o que faria você querer joga-la fora?

— Isso não é da sua conta! – respondeu o loiro

— Vamos embora Klaus! – disse Romeo. – Eu acho que nosso chefe se enganou em querer contratar um covarde como esse. Não temos nada mais a fazer aqui.

E dizendo isso, extremamente irritado, Romeo começou a andar na direção da porta pela qual vieram. Klaus olhou para Diego, que parecia estressado, apesar de manter a postura, virou-se para Romeo, que caminhava sem hesitar, e resolveu seguir o seu colega.

— Esperem!

Romeo parou na hora. Era aquilo que estava esperando ouvir. Contudo, ele continuou de costas para Diego.



Escrito por Antero Filho às 00h36
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— Quero saber mais detalhes sobre essa proposta. Eu terei liberdade?

— Não podemos falar sobre os detalhes aqui. – disse Klaus. – Mas sim, terá seu tempo para suas buscas particulares.

Fez-se um tempo de silêncio. Até mesmo os outros presos estavam quietos.

— Me levem com vocês.

Os presos se alvoroçaram, gritaram. Romeo sorriu por dentro; a vitória era sua.  Assim que ouviu a voz de Diego dizendo isso, ele se virou novamente para a cela e retornou. Ele e Klaus começaram então a abrir a cela. O silêncio toma conta do corredor, até que começa a se ouvir passos.

— Abram rápido! – disse Diego.

Um policial andava as pressas pelo corredor da prisão. Estava passando pelas celas de numero 200 e continuava a caminhar furioso. Ao ver o armário das chaves, descobriu que duas delas estavam faltando e isso o deixou irritado. O barulho e a gritaria dos outros presos só serviam para aumentar a sua raiva. Caminhava com passos firmes até que finalmente chegou na porta com a placa “00-100”. Abriu!

  O corredor permanecia em silêncio. Tudo como deveria estar. O policial tirou sua arma do coldre e foi apontando para os presos. Estava certo de que alguma coisa errada estava acontecendo. Foi andando lentamente até a cela 00, a última daquele corredor que começava pelo número 100, checando cada prisioneiro, no seu devido lugar.

Foi chegando cada vez mais perto, até que virou-se para a cela da chave roubada e viu uma cena estranha: Dois policiais carregando o prisioneiro pelos braços. Diego estava quase ajoelhado no chão, tossindo desesperadamente, enquanto os outros dois oficiais o puxavam para cima.

— Nos ajude aqui. Ele está tentando se matar antes da hora! – bradou um deles

Aquele que estava nervoso tentou analisar a situação. Realmente seria um perigo se ele não morresse na execução pública. O Conselho dos Cinco cairia matando em cima. Ele tinha que fazer alguma coisa.

— Vamos leva-lo para a enfermaria, me sigam. – e dizendo isso, ele virou as costas e começou a andar.

Assim que saíram da cela e começaram a andar pelos corredores, um dos outros presos gritou:

— Ué, agora são três policiais que vão ajudar Diego a escapar?

Aquela frase desencadeou uma seqüência rápida de ações. Desperto pelas palavras do encarcerado, o verdadeiro policial virou-se ligeiro para trás, sacando o seu revólver. Klaus percebeu o que ia acontecer e, também velozmente, pegou a sua arma, largando Diego, e acertou uma coronhada na testa do homem, que caiu desmaiado no chão, sem pode fazer absolutamente nada.

Os presos correram para a porta de vidro de suas celas, para ver o que estava acontecendo. O verdadeiro oficial caído no chão, enquanto Romeo segurava sozinho Diego, que havia sido largado por Klaus, este ainda segurando a sua arma.

A situação se acalmou um pouco, até que Romeo se virou e disse:

— Vamos tirar a roupa dele e vestir em Diego, assim passaremos os três por policiais.

Klaus olhou para o homem caído.

— Certo. Pode começar a fazer.

— O quê?! – exclamou Romeo – Faça você!

— Não, eu já tive que achar as chaves, além de voltar para pegar aquela do corredor.

— E eu convenci o Diego a ir com a gente.



Escrito por Antero Filho às 00h31
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— E eu que desmaiei o policial.

— E eu que tive a idéia.

Os dois se encaravam com ódio no olhar. Alguns dos presentes começaram a rir sozinhos, tamanha era a infantilidade deles. Klaus então, resolveu quebrar o silêncio.

— Tiremos então no Jo Ken Pô.

Os outros presos começaram a rir mais ainda, mas mesmo assim não pararam de ficar nas suas portas para ver o que iria acontecer. Romeo aceitou o desafio. Diego fechou os olhos, não acreditando que realmente havia aceitado um convite daqueles dois.

— JO! KEN! PÔ! – gritaram os dois juntos

Klaus havia colocado pedra e Romeo. . . Tesoura. Klaus deu um pequeno sorriso, enquanto o cabeludo ia soltando o prisioneiro para pegar o policial. A partir daí, o plano andou mais rápido. Eles voltaram para a cela, Romeo despiu o oficial e colocou as roupas de Diego nele, enquanto o franco atirador colocava a farda do desmaiado. Logo, os três estavam vestidos de policial.

— Escuta, vocês não vão tirar essa coisa de mim? – perguntou Diego, apontando para a coleira.

Os dois então se lembraram da coleira. Klaus pegou o aparelho que o tal Érik teria criado. Puxaram a coleira do prisioneiro para fora da farda e viram como ela era. Brilhava em luz vermelha e atrás dela, na parte que ficava na nuca, havia uma pequena tela que mostrava alguns números e, junto, uma pequena abertura. O missionário então pegou a criação do cientista de seu grupo, que era nada mais do que um aparelho do tamanho de um grão de arroz. Ele não sabia como fazer, olhou para Romeo, que mexeu os ombros em sinal de desconhecimento. Klaus então se voltou para a coleira e literalmente enfiou o dispositivo dentro da abertura.

— AAAAHH! – gritou Diego, enquanto a coleira deu um forte estalo.

Klaus se assustou e largou a coleira, Romeo se abaixou pra ver Diego, que estava caindo.

— Calma. Foi só um susto. – disse o prisioneiro, que ao levantar, já estava sem a coisa em seu pescoço. Esta por sua vez, estava caída no chão, sem o seu brilho.

Diego ficou passando a mão em volta do pescoço. Fechou os olhos e inclinou sua cabeça. E disse para si mesmo: “Não vou demorar, querida”.

— Duas coisas agora: - falou Diego. – A jaqueta vermelha é minha, não vou deixar aí. E outra: vamos ter que passar em uma sala, para eu pegar minha arma e minha cruz.

Diego vestiu a jaqueta por baixo da farda, os três “policiais” trancaram o homem desmaiado na cela e passaram pelo corredor. No caminho, Klaus olhou para o lado, enquanto caminhavam, e viu um dos prisioneiros, que o encarou e fez um sinal rápido com a mão: apontou para Klaus e fez o sinal de morte.

O missionário voltou sua atenção ao caminho, enquanto os três andaram. Foram o mais rápido possível até a sala do carcereiro, que continuava vazia. Diego se adiantou em outro armário daquela sala:

— Quando eles vão enforcar alguém, depois da morte, eles queimam o corpo da pessoa junto com seus objetos pessoais. – explicou o prisioneiro – Por isso eles têm tudo o que é meu guardado aqui. – e dizendo isso, pegou uma sniper do armário, além de uma correntinha que tinha uma cruz, pendurando-a no seu pescoço.

Sem qualquer problema, os três “policiais” cruzaram então o portão da frente da prisão, acenando ainda para os dois guardas que estavam na entrada, caminhando pela noite quente de fevereiro, rumo a casa velha onde Klaus e Romeo conheceram Bill Bull.

E, em uma outra sala, o carcereiro permanecia imóvel na sua cadeira, com uma expressão espantada no rosto. Ninguém mais estava ali. Enfiada no seu estômago, estava uma faca. O homem não respirava mais. A poça de sangue inundava o chão. No seu peito, estava entalhado o desenho de uma rosa cheia de espinhos.



Escrito por Antero Filho às 00h31
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Bom, eu tava pensando com os meus botões, e acho que já posso criar a comunidade do orkut para a minha nova novela né?? Com certeza, eu vou fazer isso sim. . .

Outra coisa, já me perguntaram tb o que é o ano cerimonial. Um dia, com mais paciência (tudo quando eu tiver mais paciência, né) eu explico direitinho pra vocês, mas não é tão importante assim. Só prestem atenção nos anos mesmo, pq como a novela envolve perda de memória, inevitavelmente vai envolver casos passados, logo é preciso ficar ligado nas datas, não estou colocando-as à toa

Ps: quando eu estava passando todos os seus comentários para word, a fim de contar e fazer todo o meu serviço, ele mandou uma mensagem que dizia mais ou menos assim: "este documento tem muitos erros de ortografia, por isso o programa deixará de apontá-los." Resumindo: vocês escreveram tanta asneira, que até o computador desistiu. . . .hahahah. .

Té mais



Escrito por Antero Filho às 23h28
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