O carnaval foi realmente muito bom. Eu gostei bastante das festas de ter curtido meus amigos e irmãos em salto grande, e principalmente em OURINHOS INFERNO CITY
certas pessoas entenderam o porquê de se colocar INFERNO entre os outros dois nomes. .
calor desgraçado. . .
vaum indo gente. .é agora que começa o ano .. .
dexa soh acabar o fim de semana
Escrito por Antero Filho às 12h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Pronto, está aí o capítulo da novela desta semana(41°), atrasado (senão não tem graça). Aproveitem!!!
E entrem na comunidade do orkut da novela!!! J.&.R - Quando a lua se põe!!!
E comentem nos assuntos criados!!!
Enquete nova, do lado direito do site (>>>) na faixa cinza escuro
Escrito por Antero Filho às 12h12
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No capítulo anterior. . .
Romeo sumiu. Bill refaz o plano sem ele e manda Klaus, Iara e Aboré para a parte leste da cidade. Klaus possuía somente um objetivo em mente: matar Andarilho para poder superar seu rival. Sophia queria ir atrás de seu companheiro, mas Bill não deixou. Romeo, por sua vez, fora ao Armazém Nacional, como o homem marcara. Contudo, Clóvis o seguiu e o pegou dentro. Quando parecia que eles iriam batalhar, surge uma terceira pessoa, lançando um gás para pegar os dois. Enquanto isso a polícia anuncia no rádio que encontrara o Andarilho na praça Marechal Jeremias, e por isso, Klaus segue até lá e finalmente encontra seu alvo.
Músicas do capítulo:
Lights and Sounds - Yellowcard
J.&.R - Quando a lua se põe
Capítulo quarenta e um: Klaus X Andarilho
Escrito por Antero Filho às 11h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Klaus estava parado na praça Marechal Jeremias, com seu manto . Ele colocava as mãos perto de suas pistolas e sentia a excitação percorrer-lhe todo o corpo, ainda mais quando pensava que Romeo havia fugido daquilo. Porque para ele, não havia outra explicação para o sumiço de seu rival.
O Andarilho estava parado, olhando para Klaus, se perguntando quem era aquela figura a sua frente.
— Você está cercado por policiais! – começou Klaus. – A única brecha que existe para você escapar foi a que eu abri agora pouco.
Nenhuma palavra foi dita pelo mendigo em maus trapos. Klaus continuou.
Escrito por Antero Filho às 11h17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
— E você só passa aqui por cima do meu cadáver.
O oponente sorriu maliciosamente para o Armadouro.
— Interessante.
Ele entendera o recado.
Klaus sacou suas pistolas enquanto o Andarilho saiu da linha de tiro e foi para trás de uma árvore. Naquela parte da praça havia muitas árvores e mais para o fundo, uma pequena fonte com um anjinho soltando água pela boca. Mais ainda ao fundo, a estátua do Marechal Jeremias. Tudo cercado por luzes fracas e árvores, a não ser o caminho que levava a fonte.
Andarilho fez o primeiro movimento, lançando duas bolas de fumaça ao redor do seu inimigo. Klaus tentou reagir, mas era tarde, já não conseguia ver mais nada.
Acalmou-se e ficou atento a cada movimento. Os gases eram justamente aquilo que esperava, depois de ouvir o depoimento de Romeo. Estava com as armas na mão e os músculos tencionados, pronto para qualquer ataque.
De súbito, o Andarilho ataca Klaus, que tenta se defender do jeito que pode, jogando seu corpo para o lado, evitando ser atingido em cheio, mas não saiu ileso. Ele sentiu o corte que acabara de se formar no rosto, do lado direito, superficial.
Sem esperar seu oponente atacar de novo, o missionário deu dois tiros na direção que pensava estar seu inimigo, mas não conseguiu nada.
A fumaça não se dissipava. Era densa, era escura e junto com a falta de claridade do lugar, era quase impossível de se enxergar ali. E pensando bem, nem mesmo o Andarilho conseguiria enxergar naquele lugar.
Klaus saiu correndo de onde estava. Outro ataque. Um tiro e Klaus acerta seu oponente de raspão, enquanto ele some novamente na fumaça. O missionário não pára de se movimentar; não seria um alvo fácil.
Mais um ataque, e desta vez mais efetivo. O Andarilho consegue ferir significamente o braço de seu adversário e chuta uma das duas pistolas para longe do alcance o Armadouro, que mais uma vez não foi capaz de reagir à altura.
Klaus estava começando a se sentir acuado. Não tinha visão, não conseguia prever o ataque e se tornava uma presa ridiculamente fácil. Não conseguia entender como o seu adversário conseguia saber exatamente a sua localização, se dentro daquele lugar era impossível de se enxergar.
Enquanto isso, a policia, que até aquela hora estava fora da praça, começa a entrar, fechando cada vez mais o cerco para os dois. Mas tudo o que conseguiam ver naquele instante, era uma bola de fumaça ao longe.
O Armadouro não tinha nenhum plano. Estava com o rosto e o braço direito ferido, sem uma de suas armas, perdidas dentro da fumaça e bem na mira do oponente. Aos poucos, o Andarilho ia moldando a batalha como ele queria.
Klaus saiu correndo. A única chance que ele tinha de vencer era saindo do campo inimigo. Correu até finalmente deixar o campo de fumaça.
Pressentiu o ataque! Sacou sua pistola esquerda, girando seu corpo, e atirou na direção da fumaça.
Andarilho foi ferido no ombro direito e recuou.
Escrito por Antero Filho às 11h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A situação se equilibrara. Agora Klaus estava do lado de fora do campo inimigo, onde a fumaça não alcançava. Mesmo machucado ele conseguira atingir seu oponente, que recuara ferido no ombro para onde a fumaça cobria.
O missionário não perdeu mais tempo. Calculando onde seu inimigo poderia estar, ele atirou.
E por pouco não acerta.
Atraídos pelos barulhos dos tiros e pela fumaça, lentamente os policiais foram fechando o cerco e já estavam assumindo posições estratégicas.
— Devemos impedi-los, senhor? – perguntou um dos soldados.
— Não. – respondeu o homem no comando, já que Clóvis não estava presente. – O tenente não responde. Deixe que eles terminem a luta, nós os pegaremos no final.
Agora a situação da batalha era inversa. O Andarilho não tinha mais tanta liberdade para atacar, estava ferido e na mira da arma de seu adversário. Para piorar a situação, a fumaça que lançara no começo da batalha começava a sumir.
Era a balança pendendo para o lado de Klaus.
Com a diminuição da fumaça, Klaus começava a ver o vulto de seu adversário. Atirou!
A bala acerta o braço direito, inutilizando-o de vez, já que ele já havia levado um tiro do mesmo lado. O sangue escorria para o chão.
Era questão de tempo para que a luta terminasse.
Contudo o Andarilho ainda tinha uma oportunidade de sobreviver.
Lançou uma bola na direção de Klaus, diferente daquela que havia lançado antes. Sem notar tal diferença, o missionário achou que seu oponente quisesse escurecer novamente o local, mas não era essa a intenção.
Um gás roxo começou a ser expelido da bola, de forma agressiva. Ao ver que não era a mesma fumaça, Klaus se jogou para longe dela, vendo-a subir aos ares para, depois de poucos segundos, desaparecer completamente.
Mas já era tarde demais. Mesmo que em quantidade pequena, o Armadouro respirou aquele gás roxo e já sentia as conseqüências. Seu corpo começava a não responder mais às suas ordens. Ele estava paralisado.
Os músculos doíam, principalmente aqueles que ele tentava mexer. Todos os seus movimentos estavam limitados e agora até mesmo caminhar demandava um grande esforço.
Aproveitando a brecha que ele mesmo criara, o Andarilho atacou de frente o seu adversário, com a mão que estava boa, sem hesitar. Klaus, ainda com o revólver na mão, deu um tiro sem direção, que não acertou o seu alvo, mas serviu para deter em parte o seu ataque.
O tiro serviu para assustar e deixar o Andarilho mais hesitante e abrir um pequeno espaço para Klaus poder pensar no que iria fazer. Não conseguia pensar em nada. Ainda podia se mover, mas limitadamente e sem grande parte da sua agilidade, sem contar que mesmo que parte da fumaça já havia se dissipado, ainda não era possível ter uma perfeita visão. Para piorar a situação, aquele tiro que acabara de disparar foi o último cartucho do revólver, que agora estava vazio.
Sabendo disso, ele foi baixando as mãos o mais rápido que conseguia, para poder recarregar sua arma. Pegou os cartuchos, segurou e foi, do jeito que podia, levando-os até a pistola, a única que tinha na mão.
Escrito por Antero Filho às 11h14
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Mais um ataque! Desta vez sem hesitação. O Andarilho apareceu e acertou o rosto de Klaus com um bloco de pedra. O ataque foi tão forte, que o missionário foi jogado para trás, caindo deitado de costas. Em sua testa formara um hematoma e começara a sangrar. Por causa da dor, ele sentia que poderia perder a consciência a qualquer momento.
Não havia mais como, Klaus estava caído no chão, com seus movimentos limitados, sem munição em sua arma e quase sem consciência por causa do golpe na cabeça. Tentou tatear no chão, em busca de alguma coisa que pudesse salvar sua vida.
Agora com seu alvo completamente imóvel, o Andarilho não tinha mais medo de atacar. Com o bloco de pedra manchado de sangue na sua mão esquerda, ele foi andando vagarosamente até o seu adversário. Ele não percebera os policiais a sua volta, não percebera que não teria como escapar dali. Seu único foco naquele momento era Klaus.
Chegou o momento! Sentindo toda a adrenalina no corpo, o Andarilho avançou com tudo contra o missionário, o bloco de pedra na mão e a incrível vontade de matar!
Tiro!
Tiro!
Tiro!
O bloco de pedra despenca no chão. Sem entender, o Andarilho fraqueja e ajoelha no chão, passando a mão pela sua barriga, onde naquele momento estavam alojadas três novas balas. O sangue escorria livremente e a consciência se esvaia por completo.
O Andarilho caiu morto no chão.
A fumaça saia da arma que Klaus segurava na mão. Não era a arma da mão esquerda que acabara a munição, mas sim a arma que perdera logo no começo da batalha. Por sorte, ele havia caído ao lado dela e conseguira, mesmo privado de agilidade, alcança-la.
Tivera sorte. Ainda naquele momento, não conseguia acreditar que o corpo dele jazia no chão. Tivera sorte, tivera sorte.
Mas venceu, e desmaiou com um sorriso na boca.
Era melhor do que Romeo.
A policia viu a cena final e o capitão deu ordens para levarem os dois. Os oficiais então foram se aproximando, cautelosamente.
De repente, sons de tiro de metralhadora! Os policiais se distraem por alguns instantes, o suficiente para que algo parecido com uma flecha atinja um deles. O comandante não conseguia acreditar no que estava acontecendo, quando viu que um dos seus homens caia morto no chão, eletrocutado.
— Fiquem atentos! Estamos sendo atacados!
Mais alguns tiros de metralhadora. Três policiais caem no chão, atingidos. O comandante tenta formar um plano. Não sabe de onde vem o ataque e arma um poderoso esquema de defesa.
Mas nenhum deles repara que Klaus não estava mais ali.
Escrito por Antero Filho às 11h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|